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quarta-feira, 3 de junho de 2020

Divulgação Científica: #livesdemaio... Educações em tempos de pandemia na ReDoC

Olá Pessoal,
As Lives de maio marcaram o âmbito educacional em tempos de pandemia. Neste artigo a professora doutora Edméa Santos nos leva a pensar nas reconfigurações desse “artefatos curriculares, dispositivos e disparadores” de ensino, pesquisa e formação". 

Espero que você desfrute desta leitura, compartilhe em suas redes sociais e registre suas impressões em relação à suas vivências conosco. 
Ciberabraços,

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Caderno ANPED dez/1994

Socializo o Caderno ANPEd No.7 Dez 1994 by Sandrinha Novais. Nesta reunião os professores-pesquisadores decidiram mudar o nome do Grupo de Trabalho (GT) de Metodologia e Didática para GT de Didática e a definiu como “campo de estudos e práticas, cujo objeto é a prática pedagógica de sala de aula e suas relações com instituição escolar, com o sistema educacional e com o sistema social mais amplo”.

terça-feira, 2 de junho de 2015

O real, o imaginário e o simbólico de Lacan

Gostei do esquema da tríade do corpus psicanalítico para pensar a criação em Jacques Ardoino (2003).
http://experienciateoriadelacomunicacion.blogspot.com.br/2014/09/constitucion-subjetiva-de-jacques-lacan_4.html?m=1

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Aviso ABCiber 2011

Prezados participantes da Oficina "Mobilidade e processos de ensino/aprendizagem no uso de celulares, notebooks e tablets",
Até amanhã dia 18/11 (6ª-feira) todos precisarão comparecer a área de credenciamento da ABCiber para assinar a lista de presença da Oficina porque não houve circulação da mesma.
Agradeço a participação de todos.
Ciberabraços,

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mobilidade e processos de ensino/aprendizagem no uso de celulares, notebooks e tablets

Olá Pessoal,
Você poderá iniciar nossa oficina seguindo a proposta desta nossa conversa abaixo:

Mobilidade e processos de ensino/aprendizagem no uso de celulares, notebooks e tablets


Mobilidade e processos de ensino/aprendizagem no uso de celulares, notebooks e tablets - 12 vagas
Seu objetivo é provocar a discussão, reflexão e investigação sobre os possíveis usos de dispositivos móveis - em especial celulares, notebooks e tablets - em situações formais e não formais de ensino e aprendizagem. Nessa perspectiva, busca possíveis formas de interatividade para além do potencial comunicacional das interfaces dos aparelhos.
Ministrantes: Alice Maria Figueira Reis Costa e Frieda Maria Marti-Collett, da U. do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Quando: nos dias 16 e 17 de novembro, das 11h às 15 horas.
Local: Auditório da Biblioteca Universitária (BU).

Localize-se pelo QR Code da Oficina:
qrcode

Você não vai a ABCiber neste ano? Tudo bem, nem tudo é perfeito!
Participe conosco online!!!
Após às 8h tem mais.
Ciberabraços, 

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Conexões dentrofora das escolas, universidades, do ciberespaço

Olá Pessoal,

Neste movimento de “produzir em conexão com outros” (LEMOS, 2009) trouxe esta imagem que revela o efeito dessa convergência das mídias que estamos estudando com Santaella (2011) e seus interlocutores, por isto, não poderia me furtar em compartilhar o artigo “Cidade e mobilidade, Telefones celulares, funções pós-massivas e territórios informacionais” de André Lemos (2007) e a entrevista com André Lemos sobre cidades virtuais (http://www.youtube.com/watch?v=2DNj_9XVjFo&feature=related) socializada no YouTube por “baixaresoluca”o , em anexo.


Este imagem está presente no site de Giácomo Degani  http://giacomodegani.com.br/ que tem um interesse sobre Comunicação Digital e Mídias Sociais; considerando nosso interesse em comum compreendo que toda a diversidade cultural presente também no ciberespaço, nos revela o quão híbrido se tornou o nosso potencial comunicacional. Cotidianamente nos mais diversificados lugares/espaços se resignificam, alteram segundo a nossa intervenção, o nosso olhar,  neste sentido podemos afirmar que o espaço/lugar, assim como a temporalidade que o atravessa naturalmente, são circunstanciais!? Como esses espaços reais e os não lugares são constituídos pelas comunicações móveis?

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Lévy e Gil conversam sobre o poder da palavra no Oi Futuro


Olá Pessoal,
Socializo minha narrativa hipermidiática sobre a palestra "O Poder da Palavra" em uma gostosa conversa entre o visionário Pierre Lévy e Gilberto Gil, nosso cantor brasileiro e ex-ministro da Cultura. Desde minha graduação em Pedagogia (1998) leio Lévy e no zelo de não incorrer em equívocos em relação a complexidade de suas ideias e pesquisas, neste momento me limitei a uma bricolagem de imagens e tweets (@mfrc) com as hastags   e . Gravei um arquivo de áudio pelo software Audacity (http://audacity.sourceforge.net/), mas este não será divulgado. O evento foi transmitido ao vivo pela http://www.oifuturo.org.br/ quem talvez divulgue o vídeo.

Vale a pena conferir também http://caosmose.net/pierrelevy/

Lançamento do livro Mulheres Precursoras na Educação: história de professoras e professores primários na capital do Império

Olá Amigos,

Socializo o convite de lançamento do livro de uma grande amiga Roberta Guimarães. Acredito que seu tema é de interesse de todos nós profissionais da educação brasileira.

1º Encontro de Gestão de Pólos e de Cursos a Distância e Recursos para o Ensino de Matemática


domingo, 14 de agosto de 2011

RevoluTICs - Educação e Comunicação / Salas de Aula do Futuro

Tecendo redes...

Roda Viva com Steven Johnson - 1

Entrevista com Steven Johnson para o Programa Roda Viva / TV Cultura.
Games e sites de relacionamento, cultura popular e as modificações no processo aprendizagem e ensino...


Parte 2;  345678.

Seminário Currículos, Culturas, Cotidianos e Formação de Educadores

Compartilho com vocês alguns momentos vividos no Seminário Currículos, Culturas, Cotidianos e Formação de Educadores na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) neste ano 2011.

Novas Técnicas?

sábado, 23 de julho de 2011

Games e Educação

Socializo alguns registros sobre Games e Educação.
Lynn Alves e Thiago Falcão falam sobre jogos e ações violentas. Como podemos correlacionar?
Livro Game Over: jogos eletrônicos e violência.
"Jogos constituem espaços de aprendizagem. Situações que promovam níveis significativos de aprendizagens." (Alves, Lynn)
interconectividade;
imersão;
realismo das cenas;
níveis de interatividade.


Entrevista com professora e coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais da UNEB Lynin Alves.
área multireferencial
http://youtu.be/GmVpypMhKpk

Série "Jogos eletrônicos e violência" gravado em 24/05/2010 no Programa Espaço Livre.
Aureni de Almeida conversa com Iris Sá - psicopedagoga, Lynn Alves - pedagoga e José Carlos Ribeiro - psicólogo
O objetivo pedagógico no trabalho com jogos na escola.
Games são artefatos, dispositivos e como tal estão suscetíveis a todos os tipos de usos.
"Leitura simplista dos jogo canalizando a violência"; momento de catarse mediada pelo jogo. "Necessidade de realização do campo simbólico (SÁ, Iris)". Articulações do momento do jogo - aprendizado de uma 2ª língua, respeito as hierarquias sociais estabelecidas, rapidez do raciocínio, desenvolvimento de habilidades cognitivas, etc;
Desenvolvimento de livros eletrônicos em formato educativo tira o encanto dos games para crianças e adolescentes;
potencial dos jogos - positivo e negativo
Os games promovem outras dinâmicas sociais em três dimensões: cooperação, competição e conflitivos.
O trabalho colaborativo dos games no estabelecimento de táticas e estratégias para alcançar o objetivo do jogo.
Narrativa fílmica que também traz a questão da violência, sem necessariamente promover ações violentas. Os pais devem fazer a censura em relação ao que seus filhos tem acesso.
Tecnologias são produções culturais e humanas. Nós somos responsáveis pelos usos que fazemos destas.
Diferenciar mundo real e simbólico.
O adulto tem o papel de mediar o tempo de cada atividade.
Cada família vai ter que descobrir as estratégias mais adequadas para fazer a intervenção de controle de cada atividade (LYNN, Alves).
Aproveitar as situações dos jogos para intervir promovendo a aprendizagem.
As narrativas que contextualizam os jogos promovem a aprendizagem entre diversas interfaces, para além da Comunicação e Educação.
Atentar para as variáveis que envolvem a jogabilidade.
Investimento crescente em jogos dentro do Brasil, incentivado pelo MEC.
Como trabalhar com a violência que mobiliza o desenvolvimento dos jogos no Brasil?
Evolução tecnológica dos dispositivos (RIBEIRO, J.).
Criação de mundo paralelo a partir dos jogos, dos softwares sociais inibem o fluxo de relacionamento interpessoal do indivíduo dentro da sociedade.
Característica dessa geração conectada - Geração C: colaboração, cooperação e conectividade. (Ideia das Tribos)
Ignorância desejada diferente sobre a alienação dos jogos. É uma forma de não se implicar no uso dos jogos na Educação.
Jogadores são interlocutores fantásticos!!!
Entender a nossa limitação sobre o uso de games na Educação e investir na oportunidade de acompanhamento deste processo.
Potencializador da aprendizagem e as possíveis intervenções.
Livro "Brincar de matar monstros" de JONES, Gerard.
Psicomotricidade relacional - jogo livre com diversos materiais para mediar os impulsos violentos, alimentando a plasticidade cerebral como fuga do pensamento cartesiano da sala de aula convencional. Hoje, o trabalho com intertextos que é uma história dentro da outra criando outras narrativas (SÁ, Iris).
Ciberabraços,

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Maria Teresa Montoan - Ensinar e Aprender: nem tudo depende da didática

‎"[...]alguém que tenha o desejo de compartilhar conhecimentos com seus alunos, que tenha o desejo de aprender com o ensinar[...]" compartilho desta reflexão que valoriza o processo de ensinoaprendizagem que estão em nosso cotidiano dentro e fora da escola. Em contraponto, tenho que buscar estratégias e táticas em relação ao currículo, as práticas pedagógicas instituídas e institucionalizante.
Não consegui pensar na independência do ato de ensinar e aprender. Penso que esses conceitos estão imbricados um no outro constituintes de um intenso processo de ensinoaprendizagem, pois as trocas são vividas pelos praticantes deste processo em diferentes espaçostempos. 

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